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CASOS DE INFARTO EM JOVENS APÓS A PANDEMIA É PREOCUPANTE

 

Dados relacionados ao Ministério da Saúde apontam que, entre 2022 e 2024, mais de 234 mil pessoas com menos de 40 anos foram atendidas na rede pública por infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). No mesmo período, mais de 7,8 mil jovens morreram em decorrência de infarto. Estamos falando de pessoas com menos de 40 anos. 

É evidente que existem diversos fatores que podem contribuir para doenças cardiovasculares precoces: obesidade, sedentarismo, hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, alimentação inadequada, estresse, drogas e anabolizantes.

Mas existe uma questão que não pode ser simplesmente ignorada: Qual foi o impacto da pandemia, da infecção pelo coronavírus e das intervenções realizadas durante esse período sobre a saúde cardiovascular dos jovens? E aqui precisamos falar também sobre as vacinas contra a COVID-19.

Não é correto afirmar que todos esses casos foram provocados pelas vacinas. Não existem dados que permitam fazer essa afirmação. Porém, também não é correto dizer que não existem problemas cardíacos relacionados às vacinas.

A própria Organização Mundial da Saúde reconheceu uma associação causal provável entre algumas vacinas de mRNA e casos raros de miocardite e pericardite, especialmente em adolescentes e homens jovens, frequentemente após a segunda dose.

O CDC também reconhece esse risco raro, principalmente entre homens de 12 a 39 anos. E aqui está o ponto central:

Miocardite não é a mesma coisa que infarto.

Mas uma inflamação do músculo cardíaco é um problema real e documentado. Portanto, quando observamos jovens apresentando problemas cardiovasculares depois de um período marcado pela pandemia e pela vacinação em massa, é legítimo perguntar:

👉 Quantos desses casos estão relacionados à própria infecção pelo coronavírus?

👉 Quantos estão relacionados aos fatores tradicionais de risco?

👉 E em quantos casos pode ter existido uma reação adversa à vacinação?

Essas perguntas precisam ser investigadas com estudos sérios, transparentes e independentes. Não podemos transformar uma hipótese em certeza. Mas também não devemos transformar uma hipótese controversa em um assunto proibido. Se existe uma possível relação, ela precisa ser investigada.

A ciência verdadeira não escolhe previamente a resposta. Ela olha para os dados, compara grupos, acompanha os pacientes e procura descobrir a causa.

234 MIL ATENDIMENTOS.

7,8 MIL MORTES POR INFARTO.

MILHARES DE JOVENS ENVOLVIDOS.

Isso é suficiente para justificar uma investigação profunda. A saúde dos nossos jovens não pode ser tratada como uma disputa ideológica. Precisamos de respostas. Precisamos dos dados. Precisamos da verdade.